ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: TENHA A CERTEZA QUE CRESCIMENTO NÃO SE RECUPERA, E QUE MUITAS VEZES APESAR DE PERCEBERMOS QUE AS COISAS NÃO VÃO BEM, ESQUECEMOS QUE UM DIA SEREMOS COBRADOS POR NOSSOS FILHOS, PRINCIPALMENTE SE FOR AVALIADA A NECESSIDADE DE REPOSIÇÃO DO HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA OU COMPLEXO 191).

Toda criança deve ser medida e pesada no mínimo uma vez por ano. Essa é a principal recomendação dos especialistas quando o assunto é crescimento infantil, um processo curioso que depende de vários fatores para ocorrer normalmente. Alimentação adequada, prática de esportes e, especialmente, prevenção de doenças como anemia, infecções, asma e verminoses são fundamentais para garantir o crescimento das crianças. Mas não se engane. Não existe nada atualmente que faça seu filho crescer mais do que a genética determina. Muitos pais ficam decepcionados ao perceber que os filhos não serão altos e perguntam se existe algum tratamento capaz de fazê-los ganhar altura, altura determinada geneticamente, ou seja, se uma pessoa nasce predisposta a ter 1,70 metros, não terá mais do que isso. Para que a criança alcance essa altura alvo na idade adulta, são necessárias condições ideais de saúde. Dieta regular, atividade física, repouso adequado e ausência de doenças crônicas e de problemas intestinais são fatores que influenciam positivamente no crescimento das crianças, esses são fatores externos que podem interferir no aumento estatural. Mas, grande parte das crianças que tem seu crescimento reduzido em conseqüência de doenças ou de alimentação inadequada pode ter seu crescimento otimizado e melhorar seu desenvolvimento. Tudo vai depender do tempo e da intensidade do problema. Se a criança ficou mal dois meses, basta tratar a doença que ela retoma seu crescimento e continua a altura programada. Mas, se a criança fica doente muito tempo, a situação se complica. Os distúrbios de crescimento causados por desequilíbrio hormonal, como o nanismo e o gigantismo, são raros. Esses casos podem ser identificados precocemente, assim como os transtornos mais simples. Muitas dessas disfunções, de acordo com as observações científicas, são percebidas na escola. Vê-se que o aluno apresenta um atraso no desenvolvimento físico, conversamos com os pais. Ao apresentarem um trabalho, os alunos da 7ª série de uma escola que comparavam a altura dos estudantes da escola com a média de desenvolvimento das crianças no resto do mundo, a conclusão é de que os alunos estão na média com desenvolvimento não uniforme – O crescimento não acontece da mesma forma durante a infância e a adolescência. Segundo os médicos, as crianças apresentam fases rápidas e lentas de crescimento, que começam logo no primeiro ano de vida, quando o bebê se desenvolve cerca de 20 centímetros. Em nenhum momento a criança vai crescer tanto em tão pouco tempo, é uma fase importante, que a mãe precisa aderir à amamentação; entre um e dois anos, esse desenvolvimento chega a ser de 12 centímetros/ano. A partir dessa idade, o crescimento começa a desacelerar um pouco, chegando a ser de 7 cm a 8 cm anualmente até os quatro anos de idade e, depois, de 4 cm a 5 cm até a puberdade, embora trabalhos científicos internacionais, consideram que se o crescimento na ultima fase for de somente até 5 cm/ano já se pode considerar como crescimento deficiente é irá finalizar em uma estatura média para meninos e meninas, e estará completada. Entretanto o pensamento mais frequente no meio científico é que mesmo teoricamente dentro do padrão normal de crescimento, poderá compensar tratar crianças e adolescentes e juvenis com cartilagem de crescimento aberta de acordo com os padrões de Greülich ET Peyle ou também os padrões de Tanner e/ou verificação dos ossos longos dos membros inferiores abertos, devido os grandes avanços na terapêutica do crescimento com riscos desprezíveis.  
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra.Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM: 28930
Como Saber Mais: 
1. O hormônio do crescimento (GH) tem outros efeitos além de promover o crescimento linear ou por pulsos em crianças?
http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com 
2. Crianças que tem seu crescimento reduzido em conseqüência de doenças ou de alimentação inadequada podem ter seu crescimento otimizado e melhorar o seu desenvolvimento?
http://crescermais2.blogspot.com 
3. Toda criança deve ser medida e pesada no mínimo uma vez por ano ? 
http://metabolismocontrolado.blogspot.com 
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
 
Referências Bibliográficas:
Ralph Decker, Kerstin Albertsson Wikland; Kriström Berit; Nierop FM Andreas; Jan Gustafsson; Bosaeus Ingvar; Fors Hans; Hochberg Ze’ev; Dahlgren Jovanna 
Publicado em: 2010/11/18; Clin Endocrinol. 2010, 73 (3) :346-534. © Blackwell Publishing 2010. 
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Publicado em CRESCIMENTO INFANTO JUVENIL

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: QUESTÕES PSICOSSOCIAIS DAS CRIANÇAS DE BAIXA ESTATURA OU COM ATRASO DO CRESCIMENTO POR DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA – HGH).

O comportamento psicossocial é a forma como as crianças se adaptam mentalmente às situações sociais, e crianças com baixa estatura ou atraso de crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) podem apresentar problemas nesta adaptação, pois para algumas crianças o fato de serem muito baixas por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) pode ser traumático.  As teorias, de como a baixa estatura por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH)  influencia física e socialmente na vida destas crianças, são muito variáveis. Os aspectos psicossociais, as influências e os fatores familiares, contribuem para uma criança saudável. No entanto, como pais, todos nós precisamos estar cientes dos potenciais problemas de nossos filhos. As pessoas tendem a julgar os outros pela sua aparência, como se vestem, como falam, o que sabem e, sobretudo, pelo olhar, sendo que parte importante do julgamento sobre a “aparência” é a avaliação da estatura. A maioria das crianças de estatura normal é vista sem qualquer problema. Mas as crianças que são de baixa estatura ou que apresentam atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), são vistas de forma diferente. Os que apresentam baixa estatura ou atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) podem ser vistos como mais jovens do que na realidade são e, portanto, têm atitudes imaturas. Outro problema que interfere no amadurecimento social das crianças com baixa estatura ou atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), é que elas tendem a se comportar de uma maneira consistente com o que os adultos parecem esperar delas. Portanto, as crianças com baixa estatura ou atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) têm dificuldade de se comportarem de acordo com sua idade cronológica. Geralmente fazem papel de bobos, são brincalhões e fazem brincadeiras não condizentes com a idade cronológica.  Durante algum tempo pensou-se que este comportamento imaturo fosse a maior dificuldade psicológica das crianças debaixa estatura ou com atraso do crescimento, mas tem-se observado que podem existir outros fatores.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra.Henriqueta V. Caio
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Como Saber Mais:  
1. O comportamento psicossocial é a forma como as crianças se adaptam mentalmente às situações sociais?
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2. As crianças com baixa estatura ou atraso de crescimento por deficiência do hormônio do crescimento podem apresentar problemas nesta adaptação, pois para algumas crianças o fato de serem muito baixas por deficiência do hormônio do crescimento pode ser traumático?
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3. As crianças que são de baixa estatura ou que apresentam atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento , são vistas de forma diferente?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Kirt E. Simmons, DDS, Ph.D. – Diretor de Ortodontia craniofacial do Arkansas Children’s Hospital – Departamento de Cirurgia –  Universidade de Arkansas de Ciências Médicas – Little Rock, Arkansas.
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