CRESCIMENTO IN FOCO – QUAIS OS HORMÔNIOS QUE SÃO IMPORTANTES QUANDO O NENÊ ESTÁ NA BARRIGA DA MAMÃE PARA CRESCER SAUDÁVEL (FETO).

UMA DAS MAIORES PREOCUPAÇÕES DAS MÃES E DOS PAIS É SABER COMO ANDAM O SEU NENÊ EM RELAÇÃO AO SEU DESENVOLVIMENTO QUANDO AINDA ESTÁ NO ÚTERO. HOJE EXISTEM DIVERSOS MÉTODOS PARA AVALIAR COMO ESTA SE DESENVOLVENDO, MAS, SÃO DIVERSAS VARIANTES QUE INFLUENCIAM A SAÚDE DO FETO SAUDÁVEL, TAIS COMO O MEIO AMBIENTE, O QUE A MAMÃE INGERE COMO DIETA, MEDICAÇÕES QUE TOMA DURANTE A GRAVIDEZ, E HÁBITOS EQUIVOCADOS QUE COMPROMETERÃO A VIDA DO BEBÊ, ALÉM DE DOENÇAS INFECTO CONTAGIOSAS, TABACO, BEBIDAS ALCOÓLICAS. ENTRETANTO, EXISTEM MUITOS OUTROS FATORES ALÉM DO GENÉTICO, COMO POR EXEMPLO OS HORMÔNIOS QUE OS FAZEM CRESCER INTRA ÚTERO, E É NESSES POUCO LEMBRADOS MAIS VITAIS QUE IREI ME FOCAR. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

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Os fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF)-I e -II têm um papel predominante no crescimento e desenvolvimento fetal. Os fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF)s estão envolvidos na proliferação, diferenciação e apoptose (A apoptose é responsável, por exemplo, por delinear nosso desenho anatômico durante o desenvolvimento intrauterino.

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Especialmente nesse caso é interessante o fato de não haver resposta inflamatória, pois como o corpo da mãe está trabalhando sob condições de imunossupressão – a fim de não expulsar o corpo estranho que se instalou no endométrio –, gerar a ação do sistema imune para responder a fatores pró-inflamatórios poderia acarretar em perda do embrião ou feto) e a concentração sérica de fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF) mostrou estar intimamente correlacionado com o crescimento e o comprimento fetal.

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Os transcritos e peptídeos (As ligações químicas covalentes são formadas quando o grupo carboxilo de um aminoácido reage com o grupo amino de outro. Os péptidos mais curtos são dispépticos, consistindo em 2 aminoácidos ligados por uma única ligação petídica, seguidos por tripépticos, tetrapépticos, etc.) de fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF) foram detectados em quase todos os tecidos fetais desde o início do desenvolvimento, desde o pré-implante até o estágio final de maturação.

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Além disso, os fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF)s demonstraram estar envolvidos na morfogênese (Para a biologia, morfogênese é um processo de modelagem dos organismos, ou seja, do seu desenvolvimento a partir do zigoto; ovo após a fecundação pelo espermatozoide), através da formação dos tecidos, órgãos e sistemas)e dos membros.

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No entanto, embora a ablação (eliminação) de genes Igf em roedores tenha resultado em retardo de crescimento e atraso na maturação esquelética, não foi observado impacto sobre o crescimento e padrão dos membros embrionários. Além disso, vários defeitos moleculares nos genes Igf1 e Igf1r em humanos têm sido associados com retardo de crescimento intra-uterino grave e comprometimento da maturação esquelética, mas não com membros truncados ou displasia (alterados) esqueléticas graves.

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Os dados conflitantes entre as observações in vitro e in vivo em relação à morfogênese óssea sugerem que os IGFs podem não ser os únicos fatores tróficos envolvidos no crescimento esquelético fetal e que mecanismos redundantes podem existir na condro – e osteogênese. Os componentes do sistema do fator de crescimento semelhante à insulina (IGF) incluem IGFs (IGF-I e IGF-II), receptores de IGF tipo 1 e tipo 2. Durante a embriogênese dos mamíferos, os fatores de crescimento são importantes não apenas na proliferação e diferenciação celular, mas também na morfogênese.

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O membro em desenvolvimento constitui um modelo atraente de morfogênese tecidual. No final da semana 4 da gestação, os brotos dos membros em desenvolvimento tornam-se visíveis. Enquanto a forma externa está sendo estabelecida, o mesênquima nos brotos começa a condensar e se diferenciar em condrócitos. Na sexta semana do desenvolvimento, os primeiros modelos de cartilagem hialina, prenunciando os ossos das extremidades, são formados por esses condrócitos.

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Ossificação dos ossos das extremidades, ossificação endocondral, começa no final do período embrionário. Centros primários de ossificação estão presentes em todos os ossos longos do membro até a semana 12 do desenvolvimento.

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Células-tronco mesenquimais são células estromais multipotentes que podem se diferenciar em uma variedade de tipos de células, incluindo osteoblastos (células ósseas), condrócitos (células de cartilagem), miócitos(células musculares) e adipócitos (células gordurosas que dão origem ao tecido adiposo da medula ). Os dois IGFs e o principal receptor de IGF IGF-1R são indiscutivelmente importantes no crescimento e desenvolvimento embrionário e fetal, como indicado por achados in vitro, experimentos in vivo com camundongos knock-out e relatos de casos de pacientes com defeitos moleculares no eixo IGF. membros.

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Embora o IGF-II seja mais abundantemente expresso no soro e nos tecidos do concepto do que o IGF-I, o IGF-I parece estar mais associado ao crescimento fetal na maioria das espécies. Em geral, considera-se que o IGF-I afeta o crescimento fetal de uma forma relacionada com a dose, independentemente do GH.

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Alguns pesquisadores dão grande destaque ao IGF II, no crescimento fetal, embora, existem necessidade de estudos mais aprofundados com essa relação devido a complexidade da formação fetal, entretanto, essa pincelada superficial esclarece muitos detalhes para os médicos envolvidos com a endocrinologia e neuroendocrinologia fetal.
Autores
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta Verlangieri Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
https://www.sciencedirect.com/topics/…/endochondral-ossification
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK10056/
https://embryology.med.unsw.edu.au/embryology/…/Musculoskel…
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.1111/dgd.12136
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Sobre vanderhaagenclinic

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