ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A REPOSIÇÃO COM HGH HUMANO RECOMBINANTE TEM UM EFEITO BENÉFICO NA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA (DMO) EM ADULTOS JOVENS, QUE APRESENTAVAM DEFICIÊNCIA GRAVE DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (HGH) QUANDO CRIANÇAS E INICIARAM ESTA REPOSIÇÃO DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO HUMANO (HGH) NA INFÂNCIA.

A descontinuidade da reposição do hormônio de crescimento (HGH) após a conclusão do crescimento linear, pode afetar a densidade mineral óssea (DMO) em adultos jovens, que na infância apresentavam deficiência do hormônio de crescimento (HGH) e faziam sua reposição.  A densidade mineral óssea (DMO) na coluna lombar (L2-L4), fêmur e corporal inteiro foi medida no início e após 24 meses em adultos jovens com idades entre 18 a 25 anos que apresentavam deficiência grave do hormônio de crescimento na infância tratados com reposição do hormônio de crescimento (HGH) durante infância. Os jovens adultos foram tratados de forma aleatória, sendo que alguns receberam o hormônio de crescimento (HGH) e outros receberam uma substância inócua.
Após 24 meses, a densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar aumentou significativamente nos pacientes tratados com o hormônio de crescimento (HGH) do que naqueles que receberam a substância inócua. O hormônio de crescimento (HGH) também teve um efeito positivo significativo na densidade mineral óssea (DMO) do fêmur. A densidade mineral óssea (DMO) do corpo inteiro manteve-se inalterada desde o início. Nos adultos jovens que apresentavam deficiência grave do hormônio de crescimento na infância tratados com reposição do hormônio de crescimento (HGH) desde a infância, há um efeito benéfico do tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) contínuo na densidade mineral óssea (DMO) na vida adulta. Vinte e quatro meses de tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) em jovens adultos foi associado com um maior aumento de na densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar em comparação com os controles, que são aqueles que fizeram uso de substância inócua.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra.Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM: 28930
Como Saber Mais:
1.É importante a reposição do hormônio de crescimento para quem apresenta deficiência grave desde a infância? 
http://crescimentodeficiencia.blogspot.com
2.A descontinuação da reposição do hormônio de crescimento, quando atingida a estatura esperada, interfere na densidade mineral óssea quando adulto jovem? 
http://crescimentojuvenil.blogspot.com
3.Melhora o nível do bom-colesterol com a diminuição da gordura visceral? 
http://gorduravisceral.blogspot.com
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
GS Conway , Szarras Czapnik-M , K Racz , Keller A , Chanson P , M Tauber , M Zacharin ; 1369 GHD GHDA
Departamento de Endocrinologia e Diabetes, Hospitais da Universidade College London, 250 Euston Road, London NW1. Eur J Endocrinol. 2009 Jun; 160 (6) :899-907. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA : DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO: A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PRECOCE DA DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH) E A IMPORTÃNCIA DA PRECOCIDADE DA INTRODUÇÃO DO TRATAMENTO COM HORMÔNIO DE CRESCIMENTO DNA – RECOMBINANTE.

A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) é caracterizada por uma combinação de anormalidades antropométricas (medidas do corpo), clínicas, bioquímicas e metabólicas, causadas, diretamente, pela secreção deficiente de hormônio de crescimento (GH) e, indiretamente, pela redução na geração de hormônios e fatores de crescimento GH dependentes, que são corrigidas pela adequada reposição com GH DNA – recombinante humano (HGH). 
TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH):
1.O tratamento da baixa estatura por deficiência de hormônio de crescimento (DGH) tem como objetivo:
 • Atingir boa estatura na vida adulta;
 • Permitir uma rápida normalização do crescimento;
 • Atingir pico de massa óssea satisfatório;
 • Permitir à criança qualidade de vida satisfatória;
 • Permitir que a criança entre na puberdade (induzida ou espontaneamente) com uma estatura normal, ou atingir uma estatura que permita uma puberdade normal.
Estes objetivos, atualmente considerados, não incluem outras condições importantes, como perfil lipídico e composição corpórea.
2.Recomendações para o Tratamento:
 • O tratamento deve ser individualizado de acordo com as necessidades de cada criança;    • Deve ser administrada diariamente por via subcutânea, à noite; 
 • Deve ser aumentada caso não haja compensação no ganho do crescimento nos primeiros dois anos de tratamento ou em pacientes com baixa estatura grave ou os que têm baixa estatura grave e mais idade;
Na prática, um acompanhamento do Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina;
3.Baixa Estatura por Deficiência do Hormônio de Crescimento (DGH):
Tratamento freqüente dos aspectos clínicos (ganho estatural) e laboratoriais (níveis de IGF-I e IGFBP-3) pode descartar, ou não, a necessidade de alterações das doses administradas;
4.As seguintes variáveis correlacionam-se positivamente com a estatura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com hormônio do crescimento (HGH):
 • Tempo de duração do tratamento com HGH;
 • A diferença na estatura ao iniciar o tratamento;
 • O atraso na idade óssea ao iniciar o tratamento;
 • A altura ao iniciar a puberdade;
 • A altura dos pais;
 •A velocidade de crescimento no 1º ano de tratamento.
5.As seguintes variáveis correlacionam-se negativamente com a altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com HGH:                                  • Idade ao iniciar o tratamento;                                                                                                                                    • O máximo valor de GH obtido em testes de estímulo.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra.Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1.É importante a avaliação precoce da deficiência de hormônio de crescimento? 
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2.A deficiência do hormônio de crescimento é caracterizada por uma série de anormalidades antropométricas (medidas do corpo), clínicas, bioquímicas e metabólicas?
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3.Quais variáveis correlacionam-se negativamente com a altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com HGH?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
GH Research Society, Saggese G, Ranke MB, Saenger P, Rosenfeld RG, Tanaka T, Chaussain JL, et al. Ranke MB, Lindberg A, Chatelain P, Wilton P, Cutfield W, Albertsson-Wikland K, et al.
Carel JC, Ecosse E, Nicolino M, Tauber M, Leger J, Cabrol S, et al.
Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: EFEITOS DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E TERAPIA DE SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL EM MENINOS PRÉ-PÚBERES COM ATRASO CONSTITUCIONAL DO CRESCIMENTO. EXISTEM BENEFÍCIOS NA SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL PARA O CRESCIMENTO?

Aqui, nosso objetivo foi se fazermos uma avaliação de suplementação nutricional aumenta as ações anabolizantes do hormônio do crescimento (GH), em meninos com atraso constitucional do crescimento e maturidade, devido ao déficit de hormônio de crescimento (GH). Fez-se uma avaliação de meninos pré-puberes misturados aleatoriamente que foram observados durante 6 meses sendo que metade deles fez uso de suplementação nutricional diária, e o restante não, seguido de tratamento com GH diário adicional em todos por mais 12 meses. Realizou-se em um ambiente controlado, randomizado em um centro de investigação clínica ambulatorial. Foram realizados testes e análises de medidas repetidas vezes da variação em relação consumo de energia, o gasto energético total , o crescimento, os hormônios e os marcadores de nutrição. O armazenamento de gordura aumentou nos seis primeiros meses dentro do grupo que fez uso de suplementação nutricional, mas no grupo que não fez uso desta suplementação nutricional não houve aumento do armazenamento de gordura, e as mudanças da estatura não mostraram variações durante estes 6 primeiros meses nos 2 grupos. Após a introdução do hormônio de crescimento (GH), que se deu a partir do 7º mês, houve um menor armazenamento de gordura no grupo em uso de suplementação nutricional e aumento da estatura com uso de hormônio de crescimento (GH) nos 12 meses subsequentes, nos 2 grupos. A altura, o peso, a massa magra corporal, os hormônios e os marcadores de nutrição, se mantiveram semelhantes comparativamente em ambos os grupos em 18 meses. Meninos pré-púberes com deficiência de hormônio de crescimento (GH) e somente com suplementação nutricional, não apresentam benefícios quanto ao crescimento, só vão apresentar resultados positivos quando iniciam reposição de hormônio de crescimento (GH), assim como os outros que não fizeram uso de suplementação nutricional. 
AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Endocrinologia – Medicina Interna
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COMO SABER MAIS:
1. O crescimento de um menino pré-púbere com deficiência de hormônio de crescimento (GH) sofre influência de suplementação nutricional?
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2. Os meninos pré-púberes com deficiência de hormônio de crescimento (GH) aumentam a gordura corporal com suplementação nutricional sem reposição de GH?
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3. Se os meninos com deficiência de hormônio de crescimento (GH) fizerem uso de hormônio de crescimento (GH) sem usar suplemento nutricional crescem (GH)?
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Referências Bibliográficas:
Joan C. Han , MD;  Ligeia Damaso , MSN, ARNP; Susan Welch , MSN, ARNP;  Prabhakaran Balagopal , PhD;  Jobayer Hossain , PhD;  Mauras Nelly , MD.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: TENHA A CERTEZA QUE CRESCIMENTO NÃO SE RECUPERA, E QUE MUITAS VEZES APESAR DE PERCEBERMOS QUE AS COISAS NÃO VÃO BEM, ESQUECEMOS QUE UM DIA SEREMOS COBRADOS POR NOSSOS FILHOS, PRINCIPALMENTE SE FOR AVALIADA A NECESSIDADE DE REPOSIÇÃO DO HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA OU COMPLEXO 191).

Toda criança deve ser medida e pesada no mínimo uma vez por ano. Essa é a principal recomendação dos especialistas quando o assunto é crescimento infantil, um processo curioso que depende de vários fatores para ocorrer normalmente. Alimentação adequada, prática de esportes e, especialmente, prevenção de doenças como anemia, infecções, asma e verminoses são fundamentais para garantir o crescimento das crianças. Mas não se engane. Não existe nada atualmente que faça seu filho crescer mais do que a genética determina. Muitos pais ficam decepcionados ao perceber que os filhos não serão altos e perguntam se existe algum tratamento capaz de fazê-los ganhar altura, altura determinada geneticamente, ou seja, se uma pessoa nasce predisposta a ter 1,70 metros, não terá mais do que isso. Para que a criança alcance essa altura alvo na idade adulta, são necessárias condições ideais de saúde. Dieta regular, atividade física, repouso adequado e ausência de doenças crônicas e de problemas intestinais são fatores que influenciam positivamente no crescimento das crianças, esses são fatores externos que podem interferir no aumento estatural. Mas, grande parte das crianças que tem seu crescimento reduzido em conseqüência de doenças ou de alimentação inadequada pode ter seu crescimento otimizado e melhorar seu desenvolvimento. Tudo vai depender do tempo e da intensidade do problema. Se a criança ficou mal dois meses, basta tratar a doença que ela retoma seu crescimento e continua a altura programada. Mas, se a criança fica doente muito tempo, a situação se complica. Os distúrbios de crescimento causados por desequilíbrio hormonal, como o nanismo e o gigantismo, são raros. Esses casos podem ser identificados precocemente, assim como os transtornos mais simples. Muitas dessas disfunções, de acordo com as observações científicas, são percebidas na escola. Vê-se que o aluno apresenta um atraso no desenvolvimento físico, conversamos com os pais. Ao apresentarem um trabalho, os alunos da 7ª série de uma escola que comparavam a altura dos estudantes da escola com a média de desenvolvimento das crianças no resto do mundo, a conclusão é de que os alunos estão na média com desenvolvimento não uniforme – O crescimento não acontece da mesma forma durante a infância e a adolescência. Segundo os médicos, as crianças apresentam fases rápidas e lentas de crescimento, que começam logo no primeiro ano de vida, quando o bebê se desenvolve cerca de 20 centímetros. Em nenhum momento a criança vai crescer tanto em tão pouco tempo, é uma fase importante, que a mãe precisa aderir à amamentação; entre um e dois anos, esse desenvolvimento chega a ser de 12 centímetros/ano. A partir dessa idade, o crescimento começa a desacelerar um pouco, chegando a ser de 7 cm a 8 cm anualmente até os quatro anos de idade e, depois, de 4 cm a 5 cm até a puberdade, embora trabalhos científicos internacionais, consideram que se o crescimento na ultima fase for de somente até 5 cm/ano já se pode considerar como crescimento deficiente é irá finalizar em uma estatura média para meninos e meninas, e estará completada. Entretanto o pensamento mais frequente no meio científico é que mesmo teoricamente dentro do padrão normal de crescimento, poderá compensar tratar crianças e adolescentes e juvenis com cartilagem de crescimento aberta de acordo com os padrões de Greülich ET Peyle ou também os padrões de Tanner e/ou verificação dos ossos longos dos membros inferiores abertos, devido os grandes avanços na terapêutica do crescimento com riscos desprezíveis.  
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Dr. João Santos Caio Jr
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Como Saber Mais: 
1. O hormônio do crescimento (GH) tem outros efeitos além de promover o crescimento linear ou por pulsos em crianças?
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2. Crianças que tem seu crescimento reduzido em conseqüência de doenças ou de alimentação inadequada podem ter seu crescimento otimizado e melhorar o seu desenvolvimento?
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3. Toda criança deve ser medida e pesada no mínimo uma vez por ano ? 
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Referências Bibliográficas:
Ralph Decker, Kerstin Albertsson Wikland; Kriström Berit; Nierop FM Andreas; Jan Gustafsson; Bosaeus Ingvar; Fors Hans; Hochberg Ze’ev; Dahlgren Jovanna 
Publicado em: 2010/11/18; Clin Endocrinol. 2010, 73 (3) :346-534. © Blackwell Publishing 2010. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: QUESTÕES PSICOSSOCIAIS DAS CRIANÇAS DE BAIXA ESTATURA OU COM ATRASO DO CRESCIMENTO POR DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA – HGH).

O comportamento psicossocial é a forma como as crianças se adaptam mentalmente às situações sociais, e crianças com baixa estatura ou atraso de crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) podem apresentar problemas nesta adaptação, pois para algumas crianças o fato de serem muito baixas por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) pode ser traumático.  As teorias, de como a baixa estatura por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH)  influencia física e socialmente na vida destas crianças, são muito variáveis. Os aspectos psicossociais, as influências e os fatores familiares, contribuem para uma criança saudável. No entanto, como pais, todos nós precisamos estar cientes dos potenciais problemas de nossos filhos. As pessoas tendem a julgar os outros pela sua aparência, como se vestem, como falam, o que sabem e, sobretudo, pelo olhar, sendo que parte importante do julgamento sobre a “aparência” é a avaliação da estatura. A maioria das crianças de estatura normal é vista sem qualquer problema. Mas as crianças que são de baixa estatura ou que apresentam atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), são vistas de forma diferente. Os que apresentam baixa estatura ou atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) podem ser vistos como mais jovens do que na realidade são e, portanto, têm atitudes imaturas. Outro problema que interfere no amadurecimento social das crianças com baixa estatura ou atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), é que elas tendem a se comportar de uma maneira consistente com o que os adultos parecem esperar delas. Portanto, as crianças com baixa estatura ou atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) têm dificuldade de se comportarem de acordo com sua idade cronológica. Geralmente fazem papel de bobos, são brincalhões e fazem brincadeiras não condizentes com a idade cronológica.  Durante algum tempo pensou-se que este comportamento imaturo fosse a maior dificuldade psicológica das crianças debaixa estatura ou com atraso do crescimento, mas tem-se observado que podem existir outros fatores.
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1. O comportamento psicossocial é a forma como as crianças se adaptam mentalmente às situações sociais?
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2. As crianças com baixa estatura ou atraso de crescimento por deficiência do hormônio do crescimento podem apresentar problemas nesta adaptação, pois para algumas crianças o fato de serem muito baixas por deficiência do hormônio do crescimento pode ser traumático?
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3. As crianças que são de baixa estatura ou que apresentam atraso do crescimento por deficiência do hormônio do crescimento , são vistas de forma diferente?
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Referências Bibliográficas:
Kirt E. Simmons, DDS, Ph.D. – Diretor de Ortodontia craniofacial do Arkansas Children’s Hospital – Departamento de Cirurgia –  Universidade de Arkansas de Ciências Médicas – Little Rock, Arkansas.
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